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#17323/07/202611 min de leitura

Anunciar com IA virou caso de multa

Bom dia!

Essa semana o assunto não foi lançamento, foi confissão: o feed inteiro virou galeria de imagem de IA e de bônus, a Meta ainda deu uma travadinha básica ontem (você vai ler sobre isso mais pra baixo)...

A pergunta que ficou pra mim: se todo mundo usa a mesma ferramenta, por que quase todo design de IA sai com a mesma cara? Guardei ela pro final, porque virou dica.

Bora pra edição!

Pensamento do dia

"Você só para de ter medo de algo, arranjando outro ainda maior." Pedro Sobral

Guided Setup no Google Tag Manager cria tag, gatilho e variável de conversão de compra em fluxo guiado. Aquele setup que travava projeto virou três cliques.

GTM Guided Setup para conversão de compra do Google Ads

Aconteceu essa semana: o Google Tag Manager ganhou um card chamado Guided Setup feito só pra configurar conversão de compra do Google Ads. Ele cria automaticamente as tags, os gatilhos e as variáveis. Você segue o passo a passo e pronto, o rastreamento tá de pé.

Tá, mas por que isso importa tanto? Porque configurar conversão de compra sempre foi o ponto onde muito projeto empacava. Ou dependia de dev, ou dependia de você mexer no GTM na mão torcendo pra não quebrar. Agora o próprio Google guia quem nunca abriu a ferramenta na vida.

➡️ Cria tag, gatilho e variável de compra automaticamente, sem código

➡️ Feito pra quem nunca configurou conversão na vida

➡️ Ainda em beta: pode não estar liberado na sua conta ainda

Por que importa? Quem gerencia tráfego sabe que campanha sem rastreamento de compra é campanha decidindo no escuro. Quanto mais fácil o Google deixa esse setup, menos desculpa você tem pra rodar cliente com dado furado. E menos tempo você perde brigando com tag.

Rastreamento deixou de ser bicho de sete cabeças. Quem ainda trata conversão de compra como projeto de dev vai ficar pra trás.

Uma meta única de alcance e frequência pra várias campanhas de vídeo ao mesmo tempo. Menos gente vendo seu anúncio quarenta vezes, mais gente vendo o suficiente.

Otimização de alcance e frequência para grupos de campanha de vídeo no YouTube

O Google liberou globalmente a otimização de alcance e frequência para grupos de campanha de vídeo no YouTube. Na prática: em vez de cada campanha brigar sozinha pela frequência, você define uma meta única e o Google coordena a entrega entre todas.

Traduzindo pro dia a dia: sabe quando a mesma pessoa vê seu anúncio dez vezes no mesmo dia enquanto outra nunca viu? É dinheiro queimando em quem já saturou. A ideia aqui é espalhar melhor, atingir mais gente única e bater a frequência ideal sem exagero.

➡️ Uma meta única de alcance ou frequência pra várias campanhas juntas

➡️ Relatório unificado pra ver o desempenho do grupo inteiro

➡️ O número de +19% de ROI é do próprio Google, então teste na sua conta antes de acreditar

Se você roda vídeo no YouTube pra vários clientes, vale testar. Frequência descontrolada é um dos jeitos mais silenciosos de queimar orçamento.

A ferramenta se chama "Substituir áudio" e resolve uma dor antiga: aquele post bom que ficou mudo porque a música saiu do catálogo.

!Instagram permite trocar a música de posts do feed)

O Instagram anunciou na terça (21) a ferramenta "Substituir áudio". Ela deixa você editar o som de uma publicação do feed (foto única ou carrossel) depois de postada, o que antes era impossível: a música escolhida ficava travada pra sempre.

O detalhe que importa pra quem opera conta: a troca não zera as métricas do post. Curtidas, comentários, compartilhamentos e alcance continuam intactos. Pra quem já perdeu engajamento tendo que repostar só por causa de uma faixa que saiu do ar, isso resolve.

➡️ Como fazer: abre o post, toca em Editar, toca na linha com a nota musical e escolhe a nova faixa

➡️ Diferente da edição de story, aqui o post não perde as interações

➡️ Liberação gradual: pode ser que ainda não tenha chegado na sua conta

Coisa pequena que facilita a vida de quem posta pra cliente todo dia. Trilha sonora era um dos poucos erros de post que não tinham conserto. Agora tem.

ENQUANTO ISSO, NO INSTAGRAM: e por falar em Instagram, ele deu uma travadinha básica na quarta (22). Segundo o DownDetector, o Instagram apresentou instabilidade nas DMs e nas publicações, afetando um monte de conta de manhã. Nada grave, já normalizou. Mas se você viu o Gerenciador engasgar ou o post não subir, não era só você. Toda vez que a Meta trava assim, fica aquela piadinha no ar: vem aí alguma atualização que ninguém pediu.

O Google está liberando o rótulo de "conteúdo feito com IA" nos anúncios. E tem uma data marcada no calendário europeu: 2 de agosto.

Google expande transparência de IA nos anúncios

O Google começou a liberar, ao longo de julho, um rótulo de transparência de IA nos anúncios. Aparece numa seção chamada "Como este anúncio foi feito", acessível no menu de três pontinhos dos anúncios em Search, YouTube e Discover.

Como funciona na prática: se você usou as ferramentas de IA do próprio Google (tipo Performance Max ou Demand Gen), o rótulo é aplicado automaticamente. Se você usou ferramenta de fora (Midjourney, Firefly, Runway, qualquer gerador de imagem ou vídeo), aí você mesmo precisa marcar a caixinha declarando que teve IA no meio.

E aqui entra o motivo do prazo: a lei de IA da União Europeia passa a exigir esse tipo de transparência a partir de 2 de agosto de 2026, com multa que pode chegar a 15 milhões de euros ou 3% do faturamento global. O rótulo do Google é um começo, mas ele mesmo avisa: marcar a caixinha não garante conformidade com a lei.

➡️ IA do próprio Google: rótulo automático, você não faz nada

➡️ Ferramenta de fora: você mesmo marca que usou IA

➡️ Prazo europeu: 2 de agosto. Se atende cliente que vende pra Europa, entra no radar agora

O que isso significa para o gestor? Todo mundo tá gerando criativo com IA (você vai ler mais sobre isso na dica de hoje). O que muda agora é que existe obrigação de declarar. Vale começar a anotar qual ferramenta gerou qual asset, com quanto ajuste humano. Vira trilha de auditoria pra quando a fiscalização apertar. O rótulo é de graça. A multa não.
Dica do dia

Todo mundo gera imagem de IA. Poucos deixam com a cara da própria marca

Você viu a enxurrada de posts iguais (oi, "harmonização do Vini Jr"). O problema não é a IA!

Design de IA com a cara da marca

Ontem meu feed inteiro virou a mesma imagem: Vini Jr virando figura de IA, marca aderindo, todo perfil postando a mesma estética. Bonito nos primeiros dez. Depois vira ruído, porque é tudo igual (literalmente).

A verdade incômoda: a IA não entrega genericidade por incompetência. Ela entrega o que você pede. Se você pede "um post bonito", ela devolve a média da internet. Se você pede com a sua marca dentro, ela devolve algo que parece seu. A diferença está em três detalhes que dão preguiça de ajustar.

1. Fonte é identidade, não enfeite. A IA quase sempre chuta uma fonte genérica. Se você ainda não tem uma própria, pega de graça no Google Fonts (fonts.google.com), escolhe uma pra título e uma pra texto, e usa sempre as mesmas. Isso sozinho já separa você da massa.

2. Paleta trava a coerência. Define três a cinco cores fixas (pega o código hex de cada uma) e obriga a IA a usar só elas. Sem isso, cada imagem sai de um tom e o feed perde unidade.

3. Referência visual vale mais que adjetivo. Em vez de escrever "moderno e clean", mostra um exemplo do que você considera a cara da marca. A IA copia referência muito melhor do que interpreta palavra solta.

O PLUS: COMO EU FAÇO AS CAPAS POR AQUI. Vou te contar meu processo interno, porque ele é a aplicação prática de tudo que eu falei aí em cima. Toda vez que preciso de uma capa com mais criatividade, eu faço assim: 1. Garimpo uma inspiração no Pinterest e salvo a imagem. 2. Jogo no Nano Banana (modo 3.6 thinking). 3. Dou o contexto (marca, tema do post, o que precisa comunicar). 4. Peço pra ele gerar a imagem em cima daquela referência.

A inspiração no Pinterest:

Referência salva no Pinterest

O que virou aqui:

Capa final do Tintim gerada a partir da referência

Mesma ideia de composição, marca completamente diferente. A referência dá a estrutura, o contexto e a identidade fazem o resto.

PROMPT PRA COLAR NO CLAUDE DESIGN — Você é meu diretor de arte. Vou te passar a identidade da minha marca e quero um post seguindo ela à risca, sem sair da linha. Marca: {nome}. Setor: {o que você faz}. Tom: {ex: profissional mas descontraído}. Fonte de título: {ex: Poppins, do Google Fonts}. Fonte de texto: {ex: Inter}. Paleta (use só estas cores): {hex 1}, {hex 2}, {hex 3}. Referência visual: {descreve ou anexa um exemplo}. Formato: post quadrado 1080x1080 pra Instagram. Mensagem principal: {o que precisa comunicar}. Antes de gerar, me devolve 3 direções de layout em texto, pra eu escolher uma. Depois a gente refina.

➡️ Passo 1: escolhe duas fontes no Google Fonts (título + texto) e anota os nomes

➡️ Passo 2: define 3 a 5 cores fixas e pega o hex de cada uma

➡️ Passo 3: cola o prompt acima no Claude Design com esses dados preenchidos

➡️ Passo 4: pede as 3 direções primeiro, escolhe uma, só depois manda gerar

➡️ Passo 5: salva esse prompt como template e reaproveita em todo post

A ferramenta gera. Quem dá a cara da marca é você. Vamos parar de preguiça e usar IA com mais inteligência?!

A primeira IA do Tintim

O Inspetor de Vendas chegou: movido pela LUPA IA do Tintim

Aquela dor de depender do cliente mandar a frase gatilho pra saber se vendeu? A gente resolveu com IA!

Inspetor de Vendas do Tintim confirmando conversão
Confessa: quantas vezes você ficou cego sem saber se a campanha vendeu, só porque o comercial do cliente esqueceu de avisar? Cobrar a frase gatilho todo dia cansa você e irrita o cliente. E cliente irritado é cliente perto de cancelar. Chegou o Inspetor de Vendas, a primeira IA do Tintim. Ele funciona com a LUPA IA, nossa tecnologia treinada pra reconhecer evidência de venda dentro das conversas.

O que o Inspetor de Vendas faz: ele lê as conversas do WhatsApp, identifica evidências de venda, gera um score de confiança e apresenta pra você revisar. Não importa de onde o lead veio: Meta Ads, Google Ads, não rastreado. Você filtra por origem e confirma cada venda com a conversa inteira na frente!

O melhor: ele roda no processamento noturno, sem atrapalhar sua operação do dia. Você acorda e as vendas detectadas já estão lá, esperando um sim ou não. E cada decisão sua ensina o sistema a acertar mais.

➡️ Zero dependência do cliente: o sistema detecta a venda, você não precisa cobrar frase gatilho

➡️ 90 a 92% de acerto: validado em operação real, com meses de teste em clientes de verdade

➡️ Auditoria na sua mão: você confere a conversa, confirma, recusa ou muda a etapa

➡️ 500 conversas por mês: cada análise usa um crédito, e o contador reseta todo mês

O que muda na sua relação com o cliente: em vez de pedir feedback, você chega com o dado. A Meta deixa de receber só "mensagem iniciada" e passa a receber evento perto do resultado real. Sua otimização melhora, sua credibilidade sobe, e o cliente para de duvidar do seu número!

QUERO CONHECER O INSPETOR DE VENDAS

Sua nova inteligência artificial que descobre as vendas por você.

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